Minha história com a tecnologia não começou em um escritório, mas nas ruas de Mirassol. Eu tinha 12 anos quando vi o banner de um iPhone 5s preto em uma vitrine. Lembro de pedir para minha avó Maria esperar a loja abrir só para que eu pudesse, pela primeira vez, sentir aquele design nas mãos. Eu não pude levar o aparelho naquele dia — minha família não tinha condições — mas levei comigo uma paixão que definiria meu futuro.
Aprendi o valor do esforço cedo. Ajudei meu pai embalando frutas e verduras e, enquanto percorríamos as ruas vendendo de porta em porta, comecei a fazer o marketing do negócio da nossa família. Com o que juntava, alimentava meu fascínio pela Apple, lendo sites de tecnologia e acompanhando cada lançamento como se estivesse lá.





O caminho não foi linear. Entre o curso de Administração e o trabalho pesado com meus pais, enfrentei o isolamento da pandemia, o fim repentino de estágios e momentos de profunda sabotagem em empregos onde tentaram apagar meu brilho, me colocando para limpar o chão quando eu já era estrategista e videomaker. Mas cada “não” que recebi só alimentou o nome que não saía da minha cabeça: Onloading.
Em 26 de junho de 2021, decidi que era hora de carregar meu próprio destino. Uni minha experiência em vendas de iPhones, meu olhar de social media e minha paixão pelo audiovisual para fundar o canal. Com um iPhone 11 Pro Max e as luzes coloridas que hoje são minha marca registrada, a Onloading ganhou vida.
”O Onloading não nasceu de um plano de negócios ou de uma estratégia fria. Se eu pudesse definir, diria que ela nasceu porque o meu amor pela tecnologia ficou grande demais para caber só dentro de mim” – Cleyton
Tudo começou muito antes de eu ter um canal ou um site. Eu sempre fui aquele cara que parava tudo para assistir às Keynotes da Apple, que ficava fascinado com a estética de um lançamento e que perdia horas estudando o design do primeiro Samsung de tela curva. Eu respirava tanto esse mundo que meus amigos — especialmente o meu melhor amigo, Felipe — tinham que ter paciência para ouvir minhas “palestras” intermináveis sobre cada novo detalhe do mercado tech.
Sem perceber, eu já estava levando essa estética para os meus trabalhos como videomaker e social media, mas ainda faltava algo. Eu tinha vontade de falar, de opinar, de participar da conversa.
Em 2020, no meio daquela ansiedade do lockdown e com a incerteza do desemprego, eu me vi em uma encruzilhada. Eu tinha um projeto de abrir uma marca de roupas com um amigo (o Will) e chegamos a fazer várias reuniões no Iguatemi, em Rio Preto. Mas algo não clicava.
Foi nesse momento de angústia que eu pensei: “E se eu transformasse minha paixão em profissão?”. Confesso que tive medo. Medo de enjoar, medo de perder o brilho nos olhos se a tecnologia virasse obrigação. Mas aí eu entendi que tudo na vida é cíclico, até o amor. A gente só precisa aprender a olhar por novos pontos de vista.
Quando decidi que ia criar algo meu, peguei um caderninho onde eu tinha desenvolvido uns 30 nomes durante aquelas reuniões no shopping. Mas, no fundo, eu não precisava de lista. Um nome específico já estava ecoando na minha cabeça há muito tempo: Onloading. Algo me dizia que tinha que ser ele.
No dia 26 de junho de 2021, eu apertei o “play”. Comecei com o que eu tinha: um iPhone 11 Pro Max, umas luzes coloridas (que viraram minha marca registrada), muita vontade de ajudar as pessoas a usarem melhor seus aparelhos e falar sobre tecnologia
O Onloading foi crescendo e eu fui crescendo com ele. Vi meus primeiros vídeos estourarem, como o do ”Nubank no Apple Pay”, e percebi que as pessoas queriam aquela mistura de informação, ponto de vista e estética que eu tanto amava.
O que era só um canal virou um ecossistema, desde o ínicio sempre tivemos nossos vídeos princípaisa e as dicas ( carinhosamente agora chamamos de de dicas do ”Tuton”, em 2024, desenvolvi o The On, nosso mascote que aparece nos vídeos com informações complementares e que me permitiu dar vida a poemas que eu guardava no iCloud, transformando-os em música em seu canal dedicado.
Depois veio o Onflash, nosso fomato mais acessível, com legendas na tela, ele é ideal para quem quer se manter informado mas está na correria ou simplimesmnete não pode ouvir o conteúdo, ele é nosso Videocast e está expandindo ainda mais nossa presença.
E por último mas digo com toda certeza, minha criação ”Mais ousada” o nosso site Onloading.com.br
Hoje, quando olho para o Onloading, vejo que ela é exatamente o que o nome diz: um processo de carregamento constante. É o reflexo da minha jornada de nunca parar de aprender, de criar e de compartilhar essa paixão com vocês.
O Onloading é o meu convite para você se conectar com o futuro agora.





Para você que já faz parte da nossa comunidade — meus queridos conectados e conectadas — e para você que acaba de chegar agora, quero compartilhar o que guia este projeto e o que desejo para cada um de vocês:
Meu compromisso aqui é ir muito além das especificações técnicas. Você vai encontrar novos assuntos, análises e experiências pautados na honestidade, na precisão e, acima de tudo, em um compromisso inegociável com a ética. A tecnologia aqui é tratada com verdade, para que você sempre saiba onde está pisando.
Deixo um recado de coração para coração: não desista dos seus sonhos. Muitas vezes o medo, a ansiedade e a sensação de estar perdido batem à nossa porta, mas entenda que isso é normal. Afinal, nunca fomos antes o que somos hoje — seja você um adolescente, um jovem ou um adulto. Tenha paciência com o seu processo, mas não dê bobeira: utilize as tecnologias a seu favor para ganhar tempo e produtividade, mas nunca deixe de ir além delas. Use esse tempo para viver momentos de real qualidade com sua família e com quem você ama. A tecnologia é o meio, mas a vida real é o fim.
Sair da zona de conforto dói, eu sei, mas é lá que a vida e a carreira acontecem. Não me considero um expert, mas, pela jornada que percorri até aqui, aprendi que o segredo é unir seus sonhos com objetivos claros e viabilidade de vida. Não se contente em estar estagnado ou simplismente ”aceitar” as coisas do jeito que estão; busque evolução, mas respeite o seu tempo de “carregamento”. Se você se identifica com essa visão e quer caminhar em um lugar onde a inovação encontra a verdade, continue com a gente.
Um abraço, Cleyton