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março 3, 2026

Novos MacBooks Air com Chip M5 São Lançados

O portátil mais amado do mundo acaba de ficar ainda mais potente. A Apple lançou os novos MacBook Air com o chip M5, trazendo um salto de desempenho sem comprometer o design ultrafino. Confira tudo no Onloading!

A Apple anunciou hoje a atualização do MacBook Air com o novo chip M5. Se por fora nada mudou, por dentro a empresa fez ajustes que os usuários cobravam há anos. O grande destaque não é nem o processador, mas sim o fato de a versão de entrada finalmente vir com 512GB de armazenamento, acabando com a “mesquinharia” dos 256GB que limitava o modelo mais popular da linha.

Chip M5: O que melhorou de fato?

O M5 tem CPU de 10 núcleos (a Apple diz que é a mais rápida do mundo em notebooks finos), GPU de até 10 núcleos com ray tracing de terceira geração e Neural Engine dedicado em cada núcleo. A memória unificada chega a 153 GB/s de largura de banda — 28% a mais que o M4. O SSD é duas vezes mais rápido em leituras/gravações, e o armazenamento base agora é 512 GB (dobro do que vinha antes).

Benchmarks reais destacados pela Apple (e que costumam se confirmar em testes independentes):

Categoria / SoftwareGanho vs. M1Ganho vs. M4vs. Concorrência (PC)
Tarefas de IA (Geral)9,5x mais rápido4x mais rápido
Upscaling de Vídeo (Topaz)6,9x mais rápido1,9x mais rápido
Render 3D / Ray Tracing6,5x mais rápido1,5x mais rápido
Edição de Imagem (Affinity)2,7x mais rápido1,5x mais rápido
Navegação Web Pesada50% superior ao Intel Core Ultra X7

Além disso, vem o chip N1 para Wi-Fi 7 (velocidades teóricas bem maiores em redes compatíveis) e Bluetooth 6 — coisas que o M4 não tem.

É um upgrade grande? Depende de onde você vem:

  • Do M1 (2020): sim, salto enorme em tudo, especialmente IA e tarefas criativas pesadas. Vale muito se o seu Mac está lento.
  • Do M4 (2024): moderado. Ganho de 1,5x a 2x em apps reais, 4x em IA, SSD mais rápido e o dobro de armazenamento base. Para uso diário (navegação, Office, streaming), o M4 ainda segura bem — muita gente vai achar que não justifica trocar agora. Para quem edita vídeo, faz 3D, usa IA local ou quer preparar para o futuro (Apple Intelligence crescendo), aí sim faz diferença.

Bateria: Continua boa, mas sem salto

Até 18 horas em uso misto, igual ao M4. São 6 horas a mais que modelos antigos com Intel, mas na prática não espere milagre em relação ao anterior. Recarga rápida via MagSafe (50% em ~30 min). Se você vive plugado na tomada, não muda nada; se roda o dia todo sem fio, é confiável como sempre.

Design, tela, câmera e áudio: Quase tudo igual

  • Tela Liquid Retina (500 nits, 1 bilhão de cores) — sem ProMotion ou mini-LED aqui.
  • Câmera 12 MP com Center Stage + Visualização de Mesa, agora com Borda Luminosa (iluminação extra no rosto em chamadas).
  • Três microfones e som com Áudio Espacial/Dolby Atmos.
  • Duas Thunderbolt 4 (suporta dois monitores externos), MagSafe, sem ventoinha (silencioso sempre).

Cores:

Azul-céu, meia-noite, estelar e prateado. Não houve nenhuma cor nova introduzida — o lineup é idêntico ao do M4 (lançado em 2024/2025). A Apple manteve exatamente as mesmas quatro opções, sem adicionar tons vibrantes ou mudanças como um possível “rosa” ou outro acabamento que alguns rumores antigos sugeriam. O azul-céu segue como o mais “diferenciado” (substituiu o antigo Space Gray no ciclo anterior), mas visualmente é o mesmo Air de sempre, sem surpresas no exterior.

Nada revolucionário no hardware externo — é o mesmo design fino e leve, só com chip novo por dentro.

Preços e disponibilidade no Brasil

Pré-venda a partir de 4 de março (10h15 horário de Brasília), nas lojas a partir de 11 de março.

  • 13 polegadas: R$ 13.999 (educação: R$ 12.699)
  • 15 polegadas: R$ 15.999 (educação: R$ 14.799)

Configurações base: 512 GB + 16 GB RAM (até 32 GB RAM e 4 TB SSD). No lançamento, o M4 de 15″ estava saindo por volta de R$ 13.949 em promoções — então o M5 chega mais caro, o que faz muita gente esperar desconto ou pensar duas vezes.

Vale a pena comprar agora?

COMPRE SE…ESPERE OU NÃO COMPRE SE…
Você vem do M1, M2 ou M3: O salto de performance (especialmente em IA) e as melhorias de tela e câmera justificam o investimento.Você já tem um M4 recente: A menos que você trabalhe especificamente com render 3D ou IA pesada, o ganho no uso comum não será tão perceptível.
Trabalha com IA ou Edição: Se você usa softwares como Blender, Affinity ou Topaz Video, o ganho de até 9,5x (vs. M1) é transformador.O uso é apenas básico: Para navegar, estudar e ver filmes, o M4 (ou até o M3) continua sendo uma máquina excepcional e deve baixar de preço em breve.
Quer o “Kit Moderno”: Se você faz questão de Wi-Fi 7, Bluetooth 6 e já quer sair da loja com 512GB de SSD sem pagar extra pelo upgrade.Você busca o melhor custo-benefício: Fique de olho em promoções de queima de estoque do modelo M4 ou aguarde a Black Friday para pegar o M5 com desconto.

Resumindo: é um refresh sólido, não uma revolução. O M5 deixa o Air mais preparado para o futuro da IA (com armazenamento dobrado e conectividade moderna), mas o upgrade real é incremental para quem já tem o M4 — e as cores sem novidade reforçam que o visual não mudou nada. Se o seu Mac atual aguenta, não corre — o próximo ciclo pode trazer mais mudanças.


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