O retorno do fator “uau”: “iPhone Ultra” impressiona em testes internos e reacende a magia dos lançamentos da Apple

A poucas semanas do seu evento mais aguardado do ano, a Apple parece pronta para resgatar a sensação de fascínio que definiu os capítulos mais marcantes da sua história. Na edição mais recente da sua famosa newsletter “Power On”, da Bloomberg, o jornalista Mark Gurman compartilhou bastidores animadores sobre o iPhone Ultra — o aguardado primeiro smartphone dobrável da Maçã. De acordo com relatos de executivos e funcionários que já tiveram acesso aos protótipos funcionais, a estreia na categoria promete entregar uma experiência verdadeiramente revolucionária.

Segundo Gurman, a sensação de ineditismo e o “frescor” proporcionados pelo novo dobrável são comparáveis aos momentos lendários da empresa, como os lançamentos do iPhone original (2007), do primeiro MacBook Air (2008), das duas gerações iniciais do iPad, dos marcantes iPhones 4 e 5, e da estreia do Apple Watch em 2014.

Durabilidade da dobradiça, portabilidade e o efeito na concorrência

As impressões colhidas nos bastidores destacam acertos críticos de engenharia em um segmento que ainda enfrenta desconfiança por parte do público:

  • Mecanismo ultra-resistente: O dispositivo recebeu elogios efusivos por sua portabilidade e, principalmente, pela solidez do mecanismo de dobradiça de metal líquido, que minimiza a visibilidade do vinco na tela e transmite uma sensação de durabilidade inédita para a categoria.

  • Formatos que ditam tendências: Gurman avaliou que o fato de a Samsung ter ajustado o design do recém-lançado Galaxy Z Fold 8 para proporções extremamente parecidas com as do vazado iPhone Ultra é a prova cabal do poder de atração da Maçã, que já molda o ecossistema de hardware antes mesmo do anúncio oficial.

  • Abono para o mercado dobrável: A entrada da Apple deve desencadear uma onda de interesse global que beneficiará concorrentes como Google, Samsung e Huawei, expandindo um mercado que representou apenas 1,6% de todas as remessas globais de smartphones em 2025.

Experiência de uso vs. os trade-offs de um dobrável de US$ 2.000

Quem já testou o dispositivo ressalta o impacto da tela interna flexível de 7,8 polegadas (com proporção 4:3) para cenários de produtividade, leitura de documentos, execução de jogos e consumo de mídia. O painel grande também se provou excelente para a visualização de fotos, mesmo diante de uma limitação técnica importante: a ausência de uma lente teleobjetiva dedicada.

Para garantir um perfil ultrafino e acomodar duas baterias internas, a Apple precisou fazer concessões estruturais (trade-offs) que podem soar difíceis de digerir em um aparelho estimado entre US$ 2.000 e US$ 2.500:

  • Câmera dupla traseira: O conjunto fotográfico trará apenas duas lentes (Grande-angular e Ultrawide de 48 MP), abrindo mão do zoom óptico periscópico visto na linha Pro.

  • Substituição do Face ID: O chassi fino não permitiu a inclusão do módulo de sensores TrueDepth sob a tela. A solução foi resgatar o Touch ID no botão de energia lateral, uma mudança bem aceita por usuários que já utilizam a biometria digital em iPads e Macs.

O grande desafio na China

Além dos desafios técnicos e do preço elevado, a Apple enfrentará uma batalha crucial no mercado chinês. Embora os dobráveis ainda representem uma fração pequena das vendas globais, a China abocanhou sozinha mais da metade da demanda mundial em 2025, ultrapassando a marca de 10 milhões de unidades vendidas no país.

Por lá, a Maçã precisará construir um status superpremium para o “iPhone Ultra” para rivalizar diretamente com a força de marcas locais consolidadas como a Huawei, que lidera com folga o segmento de telas flexíveis na região.

A Opinião do Onloading

Ouvir que o “iPhone Ultra” está resgatando o brilho dos tempos áureos da Apple é a notícia que todo fã de tecnologia esperava para 2026. Em um mercado saturado de retângulos de vidro quase idênticos ano após ano, ver a empresa investir em um salto de forma tão drástico — mesmo assumindo compromissos em câmeras e sensores para priorizar a espessura — mostra a coragem da nova liderança em redefinir os smartphones.

Trocar o Face ID pelo Touch ID na lateral ou abrir mão do zoom de longo alcance são concessões aceitáveis se a recompensa for um dobrável leve, elegante e com uma tela interna do tamanho de um iPad mini sem vincos aparentes. Se a Apple conseguir entregar a durabilidade prometida pelos testes internos, o mercado superpremium estará oficialmente diante do seu novo padrão pelos próximos dez anos. E cada passo dessa revolução você acompanha aqui com a gente no Onloading.

E para você: a promessa de um design dobrável revolucionário e durável compensa os trade-offs de câmeras e o retorno do Touch ID no botão lateral? Compartilhe sua opinião marcando a gente como @Onloadingon nas redes sociais — a conversa continua em tempo real lá no Threads!

Um abraço,

Equipe Onloading.

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O Onloading é o nosso braço editorial dedicado às últimas notícias do Vale do Silício e do mundo. Os artigos publicados sob esta autoria são fruto do trabalho conjunto de nossa equipe, com foco especial nos bastidores da Apple. Unimos precisão técnica e uma estética refinada para entregar notícias, rumores e guias práticos, acompanhando de perto as inovações que ocorrem diaramente.

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